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  • Foto do escritorVirgínia Muniz

Sexta no Parque traça principais questões das mudanças climáticas

palestrantes no auditório do BH-TEC
Marco Crocco, Renata Araújo e Gustavo Pinheiro discutem soluções e riscos para Minas Gerais durante a edição especial da Sexta no Parque. | Virgínia Muniz/BH-TEC

As mais de três horas de discussões na manhã desta sexta-feira no auditório do BH-TEC abordaram os impactos das mudanças climáticas no mundo, bem como as ações e diretrizes dos planos mineiros sobre o assunto.


A Sexta no Parque, evento mensal e tradicional do BH-TEC, teve como tema central um assunto crucial: quais as soluções para os efeitos das mudanças climáticas e quais são os riscos em Minas Gerais?


Além do mediador, Marco Crocco, CEO do BH-TEC, o evento reuniu a superintendente da Semad (Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável), Renata Araújo, e o sócio-fundador da consultoria TRIE, Gustavo Pinheiro. Ambos, com anos de experiência no assunto, apresentaram dados, panoramas e apontaram desafios e soluções.


Participantes contribuiram para o debate | Virgínia Muniz/BH-TEC

Saldos: mas afinal, onde estão as soluções?


“Vocês que estão aqui em parques tecnológicos e nas universidades, são esses os lugares onde as soluções estão sendo criadas”, afirmou Gustavo Pinheiro durante a conversa.


Segundo dados do Monitor de Desastres, do Instituto Talanoa, apresentados por Pinheiro, de 2019 a 2024 o Brasil já registrou mais de 15 mil urgências em  desastres ambientais reconhecidos no Diário Oficial da União.


Gustavo, plaetsrante da sexta no parque
Gustavo Pinheiro, sócio-fundador da consultoria TRIE | Virgínia Muniz/BH-TEC

“Acreditávamos que o Brasil era livre de desastres naturais, a verdade é que nós sempre sofremos com eventos climáticos, o que está acontecendo é que está aumentando, inclusive com anos de pico”, diz Gustavo Pinheiro que apontou o caminho paras as soluções:


“A solução está no desenvolvimento resiliente. Acredito que nós já somos capazes de entender o que está acontecendo e propor soluções em largas escalas, mesmo que essas soluções cheguem com um pouco de atraso”, diz Pinheiro.


Painel Mineiro


Renata, palestrante da sexta no parque
Renata Araújo, superintendente da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Minas Gerais | Virgínia Muniz/BH-TEC

A responsável por apresentar um panorama e posicionamento de Minas Gerais sobre o assunto foi Renata Maria de Araújo. A superintendente da Semad apresentou o Plano de Ação Climática, detalhando o processo de sua elaboração, além das ferramentas e soluções que estão sendo desenvolvidas, como o Índice Mineiro de Vulnerabilidade Climática (IMVC), cuja atualização recente foi lançada nesta semana.


“Minas está na fase 3 do programa Race to Zero da ONU. Nós desenvolvemos o Plano de Ação Climática, que contempla 199 metas para o estado. Agora, nesta fase, precisamos mostrar para a ONU como vamos aplicá-las; estamos na fase de monitoramento”, explicou Renata.


"Na Semana do Meio Ambiente"


O tema desta edição da Sexta no Parque coincidiu com as discussões do fim da Semana do Meio Ambiente, comemorada do dia 31 de maio a 5 de junho.


Marco Crocco, CEO do BH-TEC | Virgínia Muniz/BH-TEC

“Nós tivemos uma Sexta no Parque muito especial, na Semana do Meio Ambiente. Foi um debate muito rico, abordando os desafios e as oportunidades e refletimos em como mudar a realidade com o mesmo sistema que nos trouxe até aqui. Debates como esses trazem esses desafios, foi uma manhã muito promissora!”, finaliza Marco Crocco, CEO do BH-TEC.

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