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BH: a melhor capital do Sudeste para se empreender


Cidade ficou em primeiro no Sudeste e em segundo lugar em todo o país | Crédito: Breno Pataro/PBH


Belo Horizonte ficou em primeiro lugar entre as capitais do Sudeste em um inédito índice criado pelo Ministério da Economia: o ICM (Índice de Concorrência dos Municípios).


O objetivo da iniciativa do governo federal é melhorar o ambiente de negócios nas cidades brasileiras através da disseminação de boas práticas, da promoção da concorrência entre os atores privados no município, da redução da burocracia e dos custos para se fazer negócios.


"Uma ferramenta que possa transversalmente analisar o ambiente concorrencial municipal por meio da coleta e geração de dados e informações, de forma a promover o avanço contínuo da qualidade regulatória", resume o texto de apresentação do ICM, considerado pelo ministério "um dos processos mais complexos e desafiadores da história da SEAE (Secretaria de Acompanhamento Econômico)".


Ecossistema frutífero


O índice reuniu informações de 119 municípios com mais de 250 mil habitantes, sendo que todos os estados e capitais foram representados. Foram considerados na avaliação os dados coletados em 2022.


E Belo Horizonte acumulou a nota final de 618,6, à frente de São Paulo (532,6); Rio de Janeiro (466,2) e Vitória (510,8). Líder do Sudeste, a capital mineira só ficou atrás, considerando todo o país, de Porto Alegre (654,21).


"O ecossistema de BH é frutífero para o desenvolvimento de startups: possui incubadoras, aceleradoras, espaços e oportunidades para conexões", afirma a gerente institucional do BH-TEC, o Parque Tecnológico de Belo Horizonte, Cristina Guimarães.


O próprio Parque Tecnológico é um ator fundamental nesse ecossistema, ao fazer a ponte entre empresas e universidade. "Temos a UFMG por trás, portanto, fomentamos o empreendedorismo de base científico-tecnológica em um momento desafiador: o pós-aceleração", complementa a gestora.


Parque abriga dezenas de empresas e é inspiração para o estado | Crédito: BH-TEC/Divulgação


O pós-aceleração é justamente quando já foram realizados testes, existe uma ideia bem amadurecida, mas ainda há a necessidade de encaixar essa inovação no mercado de trabalho - transição conhecida como o vale da morte da pesquisa brasileira.


É justamente o estágio superado pela primeira vacina 100% brasileira: a SpiN-TEC, desenvolvida pelo CTVacinas, da UFMG, sediado no BH-TEC.



Imunizante contra Covid, a SpiN-TEC é a primeira vacina 100% brasileira a chegar ao estágio de testes em humanos | Crédito: CTVacinas/Divulgação


Ambiente promissor


Belo Horizonte encerrou o último ano com a abertura de mais de 70 mil empresas na capital. O número é superior aos 67 mil apresentados no balanço de 2019, ano que antecedeu a pandemia. Os dados são da base de solicitações da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (REDESIM), disponível no site do Governo Federal.


As startups sediadas no BH-TEC faturaram mais de R$ 820 milhões nos últimos cinco anos, sendo que 830 novos produtos e serviços foram implementados. Mais uma vez, superando o desafio de transformar a pesquisa em benefício para a sociedade.


Com perspectivas econômicas mais otimistas e a abertura de novas empresas, Belo Horizonte finalizou 2022 com saldo positivo de 49.062 empregos com carteira assinada, liderando o ranking entre as cidades mineiras.


De acordo com o Boletim Econômico de Indicadores de Belo Horizonte, baseado nos divulgado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico foram registrados mais de 958 mil empregos formais (janeiro a setembro de 2022).


PBH registrou mais de 950 mil empregos formais em 2022 | Crédito: Rodrigo Clemente/PBH


Suporte para empreendedores


A Prefeitura disponibiliza em seu portal o Espaço do Empreendedor. Na página, encontram-se várias informações sobre empreendedorismo em Belo Horizonte, links para serviços que o empreendedor precisa para abrir, manter e regularizar sua empresa, dicas para o Microempreendedor Individual (MEI), como investir na capital mineira, além de cursos gratuitos para qualificação e aperfeiçoamento do empreendedor.


Ao mesmo tempo, o BH-TEC lançou recentemente o CIS (Centro de Inteligência em Sustentabilidade), cuja missão é justamente apoiar todos os tipos de iniciativas no tema mais importante do planeta: a sustentabilidade ambiental e ecológica.


Em fevereiro, será inaugurado o Hub de Inovação, um espaço no Parque Tecnológico de BH para fomentar ainda mais o ecossistema de inovação e empreendedorismo da capital e do estado mineiros.



Projeto arquitetônico do Hub de Inovação do BH-TEC | Crédito: Reprodução


Coworking, salas de reunião, espaço de descompressão e soft landing, que é um trabalho de análise de mercado para que uma empresa estrangeira venha para o Brasil com segurança, serão alguns dos serviços oferecidos, com o diferencial da conexão direta com a academia.


* Com PBH

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